sábado, 24 de maio de 2008

Ctrl+c, Ctrl+v de SKOL BEATS

Não é de hoje que o mau gosto tem garantido o seu filão no mundo da música. E isso fica bem visível nas capas de disco de alguns artistas. Algumas delas foram concebidas sem o menor senso estético, outras tentam expressar uma atmosfera sexy e tem ainda aquelas que querem ser engraçadas. Fato é que, quando a falta de noção prevalece, boas intenções não são suficientes - não importa a proposta da capa, em casos assim, o resultado é fatalmente desastroso.
O Portal Skol Beats selecionou 41 capas horrendas para você se divertir: tem de tudo, desde os metaleiros do Manowar besuntados e vestindo cuecão de couro até um sanfoneiro vestido de King Kong. Na foto ao lado, Cher arrasando em um modelo de outro mundo...

Vejam as fotos no link:

http://msn.skolbeats.com.br/beatsbox/fotos/1595

Eita, Eita!


Oh vidinha sem emoção!!

Rs!

Mais uma tarde coirenta de Sábado que demora passar, o pc quase que não ligava, mas resolveu obedecer, enfim...


UMA AZIA TOTAL!!!


Enquanto eu estou lembrando, faço a vcs leitores, uma pequena pergunta: Vcs conhecem Bleach? Não?!!?!


Pois en tão dêm uma olhada no site do grupo project, que além de disponibilizar para download o anime Bleach, também tem vários outros animes a disposição como é o caso de Naruto!!




Esse é o link do site. Lá vcs encontram toda a história do Shinigami substituto, Kurosaki Ichigo!!


Confiram!!!



segunda-feira, 19 de maio de 2008

DIVERSIDADE HUMANA: INFLUÊNCIAS GENÉTICAS E AMBIENTAIS NA FORMAÇÃO DE REDES NEURONAIS.




DIVERSIDADE HUMANA:
INFLUÊNCIAS GENÉTICAS E AMBIENTAIS NA FORMAÇÃO DE REDES NEURONAIS

Introdução
Não é de hoje que se discute e se estuda o movimento humano e nem tão pouco será tão logo que terá fim a tal vertente. O que nos cabe, com este artigo, é tentar ( através de uma breve revisão literária) entender como as complexas redes neuronais e sistema nervoso são responsáveis pelo movimento humano e suas contribuições para o desenvolvimento das práticas da dança.

1. Formação das redes neuronais

Segundo Kandel, Schwarts e Jessel (2000, p. 75), o desenvolvimento das conexões neuronais obedece a seis estágios, são eles: 1. Células precursoras das neurais são estimuladas por células do ectoderma por sinais do mesoderma; 2. Células da glia e neurônios imaturos são originados pela diversificação de células precursoras estimuladas; 3. Migração dos neurônios imaturos para as suas posições finais; 4. Após a fixação, os neurônios projetam axônios à vizinhança dos alvos-finais; 5. Estes axônios iniciam a formação das conexões sinápticas com células-alvo específicas; 6. Ocorrência de modificação dos contatos sinápticos para gerar o padrão maduro das conexões neurais.
Estes seis estágios explicitam que do surgimento de um neurônio até a formação da mais simples rede neuronal, pode-se notar que é um processo que tem seu início em um centro ou núcleo (corpo celular) e que se expande até a formação dos axônios e dendritos, e estes por sua vez, serão responsáveis por estabelecer o elo de comunicação entre neurônio-neurônio e/ou neurônio-fibra muscular, por exemplo. Em se tratando da inervação dos neurônios nas fibras musculares, recebem a denominação de unidade motora e é a primeira estrutura responsável pelo movimento humano.



2. Contribuição da dança para o movimento humano.

Nos estudos e pesquisas que lemos a respeito da dança e suas formas de ensino, podemos notar que em grande parte, estes estudos nos fazem entender a importância e complexidade do movimento humano. Diante deste fato cabe-nos aqui ressaltar o movimento humano não como uma estrutura anátomo-fisiológica, mas sim de movimentos que são realizados pelo corpo. Corpo este que se apresenta de “n” formas: estático, em movimento, social, entre tantas outras formas.
Muito se fala em corporeidade, cultura corporal, cultura de movimento e cultura corporal de movimento, mas qual seria a melhor nomenclatura para determinar o movimento humano e suas aplicações? Para Bracht (2006, p.97):

“Em princípio, qualquer um, desde que cultura, ou seja, desde que se coloque o peso maior nesse conceito. Com isso quero, na verdade, dizer que o conceito o qual no meu entendimento indica uma construção nova de nosso “objeto”, é o de cultura.”.

Então, pelo que Bracht afirma, temos que entender, observar a dimensão cultural do movimento humano para a partir daí podermos fazer as possíveis relações entre o movimento humano anátomo-fisiológico e o movimento humano em um aspecto mais sócio-cultural.
Segundo Ademir De Marco estas relações entre os tipos de movimento humano ocorrem justamente em compreender a diferenciação ( ou não) das pessoas que possuem “deficiências”, sejam elas de caráter físico ou psicológico, das pessoas então ditas “normais”. Ainda dentro da análise de De Marco, estas mesmas pessoas “normais” apresentam deficiências se comparadas, por exemplo, a atletas de alto rendimento. De Marco também explicita que, assim como ocorre a formação de mesmas redes neuronais entre pessoas “normais” e atletas de alto rendimento, estas tais redes também ocorrem em pessoas ditas “deficiente”, então será mesmo conveniente utilizar o termo “DEFICIENTE” para designar àquelas pessoas que apresentam algum tipo de diferença?
Ressaltando o que diz Bracht, o que tem peso é a cultura, logo as deficiências estão muito mais inseridas nas formas de como vemos as coisas, isto é, a nossa formação sócio-cultural, do que de como literalmente enxergamos ao próximo. Seja com os estudos fisiológicos, seja com os estudos no cerne das danças o que nos cabe é buscar o melhor entendimento para diminuir as disparidades que surgem entre um e outro corpo.
Para a Dança, o interessante é procurar desenvolver as competências corporais por completo e isto só se dá se tivermos em mente que nas aulas de Educação Física não pode haver a utilização do conceito de “deficiência”. A Educação Física busca meios de integrar todos os tipos de pessoas às suas práticas corporais. A Dança e suas práticas são mais uma vertente de trabalho da Educação Física. O aprendizado é um processo global que envolve todo o corpo, assim, observam-se nas aulas de Educação Física os aspectos corporais e o vínculo cognitivo, afetivo-emocional e motor nas ações e no processo de aprendizagem escolar.

3. Conclusão
Diante do que foi exposto neste artigo, vemos que as áreas que compõem a Educação Física complementam-se, pois assim como a Fisiologia tem alcançado melhores resultados em suas pesquisas devido aos sucessivos adventos tecnológicos, a Dança, o Futsal, o Basquete, enfim, têm atingido também bons resultados, pois buscam entender o movimento humano no âmbito biológico para então aplicá-lo em suas respectivas práticas.

4. Referências
De MARCO, Admir: Diversidade Humana: Influências genéticas e ambientais na formação de redes neuronais.
NOBREGA, Teresinha Petrucia (org.): Epistemologia, saberes e práticas da Educação Física, 2006.
McARDLE, William D; KATCH, Frank; KATCH, Victor: Fisiologia do Exercício, 2003.
VERDERI, Érica: A Educação Física no Ensino da Dança, Site: Cooperativa do Fitness. Acesso: 25/03/2008. Hora: 16h35min.