terça-feira, 4 de novembro de 2008

10 MOTIVOS PARA REVOGAR O REUNI!!!

10 MOTIVOS PARA REVOGAR O REUNI!!!


Participar do movimento estudantil é construir a história das universidades e do Brasil na luta pela garantia de nossos direitos. A expansão de vagas em universidades públicas e gratuitas sempre foi uma de nossas maiores reivindicações. Depois de muitas mobilizações em Brasília, o Governo sinalizou que atenderia essa demanda nacional através do REUNI, no entanto, essa promessa veio na contra mão das necessidades reais da comunidade acadêmica, com uma série de ataques à educação disfarçados como proposta de expansão de vagas, no fundo, uma expansão sem um financiamento real e acompanhada da desregulamentaçã o das profissões, veja abaixo 10 motivos reais para revogarmos o REUNI;

1 – O REUNI diminui a relação professor/aluno, que já é baixa hoje (1/9), para 1/18;
2 – Para a diminuição na relação professor/aluno o REUNI pretende dar bolsas para que pós-graduandos dêem aula no lugar dos professores;
3 – O REUNI cria profissões desregulamentadas através da fragmentação dos currículos de cursos já existentes
4 – O REUNI condiciona o repasse de verbas à aprovação de 90% dos alunos ingressantes no tempo previsto pelo curso;
5 – O REUNI amplia a vaga sem ampliar o programa de assistência estudantil;
6 – O REUNI fere o princípio da autonomia da universidade em decidir sobre o seu gerenciamento;
7 – O REUNI cria os bacharelados interdisciplinares que são diplomas de ensino superior de formação em nada;
8 – O REUNI foi imposto pelos Conselhos Universitários, sem discussão, em quase todas as universidades;
9 – O REUNI duplica as vagas com um aumento de apenas 20% nas verbas;
10 – O REUNI não prevê contratação de funcionários proporcional à ampliação.

Todos a Brasília dia 12 de novembro defender a Universidade que queremos!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

10 anos de CONFEF?


10 ANOS DE CONFEF?
ENGANANDO A SOCIEDADE, SUCATEANDO A PROFISSÃO !!

MANIFESTO

No dia 1° de setembro deste ano a Lei Federal N° 9.696 de 1998, que regulamentou a profissão de Educação Física e criou os Conselhos Federal (CONFEF) e Regionais (CREFs) completará 10 anos. Neste momento, cabe questionarmos: Será que algo significativo mudou na Educação Física como defendiam os impulsionadores desta regulamentação e da criação do sistema CONFEF/CREFS? Especificamente para os trabalhadores e trabalhadoras desta e das demais áreas atingidas pela citada legislação, algo mudou positivamente?
Hoje, reafirmamos que a implementação da regulamentação da Educação Física – procedimento que teve o início de seu trâmite em 1995 e sua concretização em 1998 – foi um processo antidemocrático. Isto por desconsiderar a discussão de setores organizados da área, representando um grande retrocesso à Educação Física; bem como por não ponderar as elaborações teóricas mais avançadas do período, reduzindo a área exclusivamente ao referencial da Atividade Física e Saúde; também por ser pautada na manutenção de valores individualistas e corporativistas, na tese enganosa da reserva de mercado; e ainda, por ter elaborado um combate a trabalhadores adjetivados como leigos, que são em verdade profissionais assim denominados pelo sistema CONFEF/CREFs, por não terem formação superior em Educação Física, inclusos os trabalhadores e trabalhadoras das tradições culturais, que possuem sua intervenção em áreas da Cultura Corporal como a dança, a capoeira, o yoga, as artes marciais e outras manifestações.
Respondemos nossas questões acima com um grande “não”. Quase dez anos de regulamentação desta profissão e a situação do trabalhador e da trabalhadora da Educação Física e demais áreas correlatas não se alterou positivamente, em contrário, se agravou.
Ficou comprovado nesse período que a tese da reserva de mercado, que garantiria o espaço no mercado a esses profissionais a partir de um instrumento jurídico na forma da Lei Federal, não alterou e nem alteraria a realidade do desemprego. Este último caracteriza-se como um problema crônico da sociedade capitalista em que vivemos, a qual estrutura a manutenção de um “exército de reserva” para que os postos de trabalho sejam ocupados em condições precarizadas, desprovidos de direitos trabalhistas e com menores salários. A conhecida expressão de que “se você não quer o emprego nestas condições, lá fora tem quem queira” vem ilustrando precisamente esta tendência.
Tomando como pressuposto a necessidade de união e organização de trabalhadores e trabalhadoras em geral, consideramos inaceitável concordar com a ética do “salve-se quem puder” ou do “eu vi primeiro” implícita no fundamento do Sistema CONFEF/CREFS.
Acreditamos que nos últimos dez anos, as conquistas obtidas no interior desta área se deram através da luta organizada nos sindicatos, nos movimentos docente, estudantil e social. Confiamos que a luta se trava não pela reserva de mercado, não para “comer a fatia do bolo antes” que algum outro profissional de formação distinta da Educação Física, mas sim, pela reivindicação organizada de todos estes trabalhadores e trabalhadoras por seus diretos.
Passados dez anos de regulamentação, a Educação Física não tem nada a comemorar e ainda muito por lutar. Por isso, o Movimento Estudantil de Educação Física (MEEF) e o Movimento Nacional Contra a Regulamentação do Profissional de Educação Física (MNCR), continuam a debater a temática junto à sociedade tendo como horizonte a revogação da Lei 9.696/98 e a derrubada do sistema CONFEF/CREFS. Por estarmos cientes da importância desta discussão deliberamos a construção da campanha "10 anos de CONFEF/CREFs. Enganando a sociedade, sucateando a profissão" e convocamos a todos e todas para a construção coletiva desta. Venha debater e construir conosco.

A LUTA CONTRA O SISTEMA CONFEF/CREFS CONTINUA!

PELA REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO!





quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Recepção aos calouros!!

Olá, pessoal!! De volta com as postagens, venho informar que hoje - 21/08/2008 - fizemos a recepção aos calouros de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão- UFMA para o segundo semestre do corrente ano.

No momento da recepção, os alunos que compõe o CA de Educação Física da referida universidade, explicaram um pouco sobre o funcionamento da entidade representativa dos alunos- CAEF, falaram também sobre os níveis de organização dos alunos de EF em âmbito regional e nacional e o importante papel que o MEEF tem pra cada um de nós - estudantes de EF.

Algumas fotos da nossa nova galera...



Surama


Daniella
Kelma
Calouros e três introsados....
Pois então é isso galera, a qualquer momento voltamos com mais informes....

terça-feira, 1 de julho de 2008

FDF - Feminino!!

Com vocês, oficialmente, o time feminino do FDF Pycles Club - Fora De Forma - do 4ºP do curso de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão - UFMA. E cá entr nós de Fora De Forma esse time não tem nada...
Em pé, da esquerda pra direita: Carol Portela, Caroll Souza, Ana Paula, Juliany, Glória, Fabianna e Lícia.
Agachadas: Luanda, Ilana, Sara e Ieda.
Algumas dessas garotas têm histórias bacanas de serem contadas, por exemplo, Carol Portela é "NOTAAA DEEZ"( a escola de samba, sacou?). A nossa goleira Lícia, se eu fosse dizer aqui que o nome dela é Joselícia Raimunda, ela ia ficar injuriada comigo, mas de qualquer forma vocês não iam acreditar... Luanda tem um apelido um tanto que estranho pra mim - LULUKA - isso na minha terra agente faz é mixagem!!! Ilana é a popular FUINHA por que ela parece um roedor, o tamanho, diga-se de passagem, é o mesmo!!! Sara-arara, ou melhor, papagaio, é o nosso animal silvestre representante da Amazônia!! E Ieda, por ser muito divertida é conhecida também como - AAA DIVERTIDA!!!.
Então é isso galera, esse é o time feminino do FDF, agora devidamente apresentado, e a qualquer momento eu volto com mais notícias das celebridades do FDF....
Abraços...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Eita Planetinha...

Eu tava lendo uns textos, vendo umas reportagens a respeito de meio ambiente. Normalmente nessas fontes se diz que todos nós temos nossa parcela de contribuição, tanto para melhorar quanto para piorar o meio ambiente. E eu tendo aula, o professor disse que quando um carro precisa ter a troca de óleo feita, você deve levá-lo a uma oficina credenciada para que possa dar o destino correto ao óleo. Tudo bem que não se pode garantir que uma oficina credenciada dê realmente o destino correto para tal poluente, mas quero acreditar que a maioria trabalha para o equlíbrio do meio em que vivemos, então até aí tudo bem, pois você pode voltar ao lugar que coprou pra fazer os devidos procedimentos, foi então que o professor falou das benditas pilhas! Isso mesmo, sabemos que elas também agridem o meio ambiente, mas quantos estabelecimentos estão aptos para recolher as pilhas que foram usadas e que não deveriam ir para o lixo comum? Foi pensando neste caso das pilhas que fiquei imaginando quantas vezes não já jogamos as pilhas no lixo orgânico? Quantas pilhas já estarão espalhadas pelos aterros sanitários despejando seus conteúdos diretamente no solo e desqualificando tal espaço?
Refletir a esse respeito não faz mal, pensen nisso!!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Arráia, siô!


Mês de Junho e nada melhor do que ir para aqule arraiázim da cidade, não é? E num é que eu fiz isso? Olha o tanto de gente que não tinha o que fazer em casa... rsrs

sábado, 24 de maio de 2008

Ctrl+c, Ctrl+v de SKOL BEATS

Não é de hoje que o mau gosto tem garantido o seu filão no mundo da música. E isso fica bem visível nas capas de disco de alguns artistas. Algumas delas foram concebidas sem o menor senso estético, outras tentam expressar uma atmosfera sexy e tem ainda aquelas que querem ser engraçadas. Fato é que, quando a falta de noção prevalece, boas intenções não são suficientes - não importa a proposta da capa, em casos assim, o resultado é fatalmente desastroso.
O Portal Skol Beats selecionou 41 capas horrendas para você se divertir: tem de tudo, desde os metaleiros do Manowar besuntados e vestindo cuecão de couro até um sanfoneiro vestido de King Kong. Na foto ao lado, Cher arrasando em um modelo de outro mundo...

Vejam as fotos no link:

http://msn.skolbeats.com.br/beatsbox/fotos/1595

Eita, Eita!


Oh vidinha sem emoção!!

Rs!

Mais uma tarde coirenta de Sábado que demora passar, o pc quase que não ligava, mas resolveu obedecer, enfim...


UMA AZIA TOTAL!!!


Enquanto eu estou lembrando, faço a vcs leitores, uma pequena pergunta: Vcs conhecem Bleach? Não?!!?!


Pois en tão dêm uma olhada no site do grupo project, que além de disponibilizar para download o anime Bleach, também tem vários outros animes a disposição como é o caso de Naruto!!




Esse é o link do site. Lá vcs encontram toda a história do Shinigami substituto, Kurosaki Ichigo!!


Confiram!!!



segunda-feira, 19 de maio de 2008

DIVERSIDADE HUMANA: INFLUÊNCIAS GENÉTICAS E AMBIENTAIS NA FORMAÇÃO DE REDES NEURONAIS.




DIVERSIDADE HUMANA:
INFLUÊNCIAS GENÉTICAS E AMBIENTAIS NA FORMAÇÃO DE REDES NEURONAIS

Introdução
Não é de hoje que se discute e se estuda o movimento humano e nem tão pouco será tão logo que terá fim a tal vertente. O que nos cabe, com este artigo, é tentar ( através de uma breve revisão literária) entender como as complexas redes neuronais e sistema nervoso são responsáveis pelo movimento humano e suas contribuições para o desenvolvimento das práticas da dança.

1. Formação das redes neuronais

Segundo Kandel, Schwarts e Jessel (2000, p. 75), o desenvolvimento das conexões neuronais obedece a seis estágios, são eles: 1. Células precursoras das neurais são estimuladas por células do ectoderma por sinais do mesoderma; 2. Células da glia e neurônios imaturos são originados pela diversificação de células precursoras estimuladas; 3. Migração dos neurônios imaturos para as suas posições finais; 4. Após a fixação, os neurônios projetam axônios à vizinhança dos alvos-finais; 5. Estes axônios iniciam a formação das conexões sinápticas com células-alvo específicas; 6. Ocorrência de modificação dos contatos sinápticos para gerar o padrão maduro das conexões neurais.
Estes seis estágios explicitam que do surgimento de um neurônio até a formação da mais simples rede neuronal, pode-se notar que é um processo que tem seu início em um centro ou núcleo (corpo celular) e que se expande até a formação dos axônios e dendritos, e estes por sua vez, serão responsáveis por estabelecer o elo de comunicação entre neurônio-neurônio e/ou neurônio-fibra muscular, por exemplo. Em se tratando da inervação dos neurônios nas fibras musculares, recebem a denominação de unidade motora e é a primeira estrutura responsável pelo movimento humano.



2. Contribuição da dança para o movimento humano.

Nos estudos e pesquisas que lemos a respeito da dança e suas formas de ensino, podemos notar que em grande parte, estes estudos nos fazem entender a importância e complexidade do movimento humano. Diante deste fato cabe-nos aqui ressaltar o movimento humano não como uma estrutura anátomo-fisiológica, mas sim de movimentos que são realizados pelo corpo. Corpo este que se apresenta de “n” formas: estático, em movimento, social, entre tantas outras formas.
Muito se fala em corporeidade, cultura corporal, cultura de movimento e cultura corporal de movimento, mas qual seria a melhor nomenclatura para determinar o movimento humano e suas aplicações? Para Bracht (2006, p.97):

“Em princípio, qualquer um, desde que cultura, ou seja, desde que se coloque o peso maior nesse conceito. Com isso quero, na verdade, dizer que o conceito o qual no meu entendimento indica uma construção nova de nosso “objeto”, é o de cultura.”.

Então, pelo que Bracht afirma, temos que entender, observar a dimensão cultural do movimento humano para a partir daí podermos fazer as possíveis relações entre o movimento humano anátomo-fisiológico e o movimento humano em um aspecto mais sócio-cultural.
Segundo Ademir De Marco estas relações entre os tipos de movimento humano ocorrem justamente em compreender a diferenciação ( ou não) das pessoas que possuem “deficiências”, sejam elas de caráter físico ou psicológico, das pessoas então ditas “normais”. Ainda dentro da análise de De Marco, estas mesmas pessoas “normais” apresentam deficiências se comparadas, por exemplo, a atletas de alto rendimento. De Marco também explicita que, assim como ocorre a formação de mesmas redes neuronais entre pessoas “normais” e atletas de alto rendimento, estas tais redes também ocorrem em pessoas ditas “deficiente”, então será mesmo conveniente utilizar o termo “DEFICIENTE” para designar àquelas pessoas que apresentam algum tipo de diferença?
Ressaltando o que diz Bracht, o que tem peso é a cultura, logo as deficiências estão muito mais inseridas nas formas de como vemos as coisas, isto é, a nossa formação sócio-cultural, do que de como literalmente enxergamos ao próximo. Seja com os estudos fisiológicos, seja com os estudos no cerne das danças o que nos cabe é buscar o melhor entendimento para diminuir as disparidades que surgem entre um e outro corpo.
Para a Dança, o interessante é procurar desenvolver as competências corporais por completo e isto só se dá se tivermos em mente que nas aulas de Educação Física não pode haver a utilização do conceito de “deficiência”. A Educação Física busca meios de integrar todos os tipos de pessoas às suas práticas corporais. A Dança e suas práticas são mais uma vertente de trabalho da Educação Física. O aprendizado é um processo global que envolve todo o corpo, assim, observam-se nas aulas de Educação Física os aspectos corporais e o vínculo cognitivo, afetivo-emocional e motor nas ações e no processo de aprendizagem escolar.

3. Conclusão
Diante do que foi exposto neste artigo, vemos que as áreas que compõem a Educação Física complementam-se, pois assim como a Fisiologia tem alcançado melhores resultados em suas pesquisas devido aos sucessivos adventos tecnológicos, a Dança, o Futsal, o Basquete, enfim, têm atingido também bons resultados, pois buscam entender o movimento humano no âmbito biológico para então aplicá-lo em suas respectivas práticas.

4. Referências
De MARCO, Admir: Diversidade Humana: Influências genéticas e ambientais na formação de redes neuronais.
NOBREGA, Teresinha Petrucia (org.): Epistemologia, saberes e práticas da Educação Física, 2006.
McARDLE, William D; KATCH, Frank; KATCH, Victor: Fisiologia do Exercício, 2003.
VERDERI, Érica: A Educação Física no Ensino da Dança, Site: Cooperativa do Fitness. Acesso: 25/03/2008. Hora: 16h35min.